Esse é um título que eu poderia dar a várias postagens e muitas pessoas também os poderiam. Classificar conhecidos e desconhecidos entre quem faz uma coisa e quem faz outra é quase um hábito, assim como acreditar que tal classificação é confiabilíssima e terminante. Eu não tenho tanta pretensão, mas acho que minha divisão me permite pensar algumas coisas.
Em relacionamentos entre duas ou mais pessoas, há momentos de tensão, momentos de desconfiança, medo... Muitas vezes, esses momentos culminam em um fim de relacionamento, cujo pontapé inicial é em geral dado por uma das partes. Nesse momento, a pessoa que leva o pontapé inicial (na maioria das vezes, na bunda), tende a seguir duas conclusões possíveis. A primeira das conclusões é simples: crer que o outro está com outros interesses, ou que o outro está errado, ou simplesmente não entender o que houve e achar o outro meio louco mesmo.
A segunda conclusão - e aqui eu me encaixo - é a das pessoas que se questionam a respeito de sua culpa: as pessoas que vão se perguntar se fizeram algo de errado, se estão erradas, se estão estranhas, e a partir daí pode-se aprofundar ou não em uma crise exosférica.
Essas pessoas também podem ser aquelas que, antes do momento de crise, já suspeitam que ele vai acontecer em breve, e já se preparam - muitas vezes se armam - contra ele. Tendo a crer que elas são as que tomaram mais porrada na/da vida.1
Em relacionamentos entre duas ou mais pessoas, há momentos de tensão, momentos de desconfiança, medo... Muitas vezes, esses momentos culminam em um fim de relacionamento, cujo pontapé inicial é em geral dado por uma das partes. Nesse momento, a pessoa que leva o pontapé inicial (na maioria das vezes, na bunda), tende a seguir duas conclusões possíveis. A primeira das conclusões é simples: crer que o outro está com outros interesses, ou que o outro está errado, ou simplesmente não entender o que houve e achar o outro meio louco mesmo.
A segunda conclusão - e aqui eu me encaixo - é a das pessoas que se questionam a respeito de sua culpa: as pessoas que vão se perguntar se fizeram algo de errado, se estão erradas, se estão estranhas, e a partir daí pode-se aprofundar ou não em uma crise exosférica.
Essas pessoas também podem ser aquelas que, antes do momento de crise, já suspeitam que ele vai acontecer em breve, e já se preparam - muitas vezes se armam - contra ele. Tendo a crer que elas são as que tomaram mais porrada na/da vida.1
1. Notem aqui os estudantes de letras e, em especial, os da UFRJ, a forte analogia das categorias interpessoais com as da literatura no/do Brasil.
2 comentários:
Qq coisa, é só procurar meu primo na ABI...
Um possível título, igualmente verdadeiro: depois da peruada, o pensamento. Contudo, será q peruada tb não é pensamento? Um daqueles meio sujos de terra? Ahhh, bolas, q importa?! Boa leitura! XD.
Me sinto culpada quando, porventura, não sinto culpa.
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