segunda-feira, 27 de junho de 2011

Aí você pega o rebocador laurindo pita e enfia no seu cu. E gira
bastante lá dentro que é pras cracas rasgarem tudo e ainda se
desfazerem e gerarem muita infecção.
Careca filha da puta sem vergonha, ah se eu te vejo na rua!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

terça-feira, 21 de junho de 2011

Aquela esperança de tudo se ajeitar

Claro e simples

Se ficar duas horas me esperando é muito, volta pra casa pra almoçar. Afinal, eu só troquei a natação pelo ioga, após o qual tomo banho na rua, tudo isso para conseguir almoçar com você na terça. Eu só vou me sentir the greatest idiot alive, mas você não deve ter nem um desses mil textos enormes seus para ler nessas duas horinhas, né?
Sonhei que ninguém ia ao meu aniversário. Eu dormia num banquinho e acordava no dia seguinte para postar ressentimento pela internet.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Aqueles momentos

A gente para e se pergunta: mas e se? E se eu tivesse largado o estágio? Teria sido tudo diferente?
OK, "e se" é um questionamento idiota, mas, ainda assim...

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Ao Ephram

Então, eu lembro que você percebeu tudo, mas você conseguiu tomar A atitude? Você conseguiu se livrar de si mesmo? Porque eu sei que não é algo objetivo que ela fizesse, mas muito mais a sua escolha de estar com ela. Você conseguiu deixar de ser você e passou a não priorizar alguém mais que tudo na sua vida? Você estava errado? Se estivesse, você conseguiu simplesmente se forçar a ser diferente?
É só isso que eu queria saber. Ou você simplesmente se sentou ao piano e tocou e tocou e tocou na esperança de que sua mente se ocupasse?
Eu consegui, sem querer, gastar exatamente a quantia que eu tinha em conta. Os centavos, inclusive, de modo que estou com 0,0 de saldo. É o tipo de coisa que a gente precisa registrar, né?

Wilde dava a bundinha

Cheguei em uma turma nova para dar aula de Dorian Gray. Eles não paravam de fazer bagunça, eu tive que jogar objetos na cabeça deles (tipo estojos). Uma aluna estava com o laptop ligado com o som alto, eu tomei o laptop dela sem dar maiores explicações.
Nessa brincadeira, eu já tinha perdido quase uma aula inteira. Eles continuavam fazendo barulho, eu comecei a batucar na mesa e improvisar um funk do Oscar Wilde, que inclui o verso que dá nome a esse post, e eles riram e prestaram atenção. O Tadeu inclusive estava sentado no fundo da sala se estragando de gargalhar, e eu tive a consciência do sucesso dos meus métodos educativos. Só que aí acabou a aula.
Na aula seguinte, eu comecei abrindo meu caderno com o plano de aula, consegui fazer todo mundo ficar quieto e de repente, quando eu me toquei, tinha três professores do meu departamento sentados na primeira fileira com caderninhos para me avaliar. Muito surpreso, os cumprimentei e, para descontrair, contei a eles sobre o funk improvisado na aula anterior. Ainda assim, a atmosfera era de tensão na turma, tanto que uma aluna estava se escondendo deles debaixo da minha mesa de professor. Gentilmente me desculpei e abandonei a sala, pois não me senti em condição de dar aula com aquela vigia. Depois planejei mandar e-mail a uma professora amiga relatando o ocorrido e questionando a ética daquela prática, mas acordei antes.