Então hoje saí 10.30. Desci do metrô no MASP e tive a feliz surpresa de encontrar uma exposição do Rodin. Mais sobre as fotografias das obras dele feitas por outros do que sobre as esculturas elas mesmas, mas com algumas esculturas, inclusive O beijo.
Depois, desci a Augusta pro lado da boutiques. Olhei galerias (a Ouro Fino inclusive), mas não achei nada tão assiiiim. Algumas coisas legais, mas me controlei e não compre NA-DA. O que mais me interessou foi uma loja especializada em palhaços, com livros, roupas, acessórios, malabares e váaarios narizes em formatos e cores variados.
Saindo da Augusta, andei de volta até a Brigadeiro, com parada em livrarias. Também fui ao SESC Av. Paulista, vi uma esposição sobre as pessoas que viajam pelos programas do SESC. Velhinhos fofos dão depoimentos, mostram cartas, souvenirs. O mais bacana - e um tanto assustador - era um super diário de viagem de um velhinho que anotava tudo - tamanho, população, religião, língua, cidades visitadas -, fazia mapinha e o escambau a quatro dos países que visitava. Um fichário de muitas, muitas páginas.
Para jantar, descobri que o único italiano do Bexiga que eu tinha gostado FECHOU. Snif snif à parte, achei um barrestaurante perto barato. Acabei comendo frango à parmegiana para não comer coxinha de galinha. É a vida. Estava gostoso.
Por fim, uma chuva monstra assim que eu saio do restaurante. Chego no Oficina encharcado e fico espernado a bilheteira para comprar uma camiseta deles e ficar sequinho. A bilheteira faltou. Fiquei 40 minutos molhado no frio. O moço que faz o Apolo no Banquete assumiu a bilheteria, foi super fofo blá blá e me vendeu o ingresso e a camiseta.
Taniko me tirou o fôlego várias vezes. Linda linda.
Sentei na beirinha, o Marcelo Drummond olhou pra minha cara, a Camilla (Mota?), o Lucas Weglinski, a Cellia piscou pra mim na hora de sair do palco, enfim, vários. O Zé Celso, quando viu que eu sabia a letra da música dele ("o caracol rebolado da Kundalini"), mandou todo mundo levantar e fazer coro.
Tá, morri de medo de me puxarem pro palco e tirarem a minha roupa, mas essa peça não tem essa parte (UFA!).
Na hora de sair, fui falar com a moça que fez a Cacilda (esqueci o nome, foi mal) que adorei ela lá no Rio. Ela foi super simpática agradecendo.
Consegui pegar o metrô ainda. Cruzei com uns craqueiros naquela passarela da Liberdade que não precisava existir porque a rua é ridiculamente estreita e vazia de madrugada, mas, enfim, valeu a experiência. Eu nunca tinha visto craqueiros, pois bem.
Agora como sorvete e falo com meus migs. :D
Um comentário:
comeu frango à parmeggiana, né?
quando você voltar nós comeremos sushi sem ninguém saber, o que você acha?
bonitinho... meu tio cortou o cabelo curto? ou não é ele ali?
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