Sweet home.
Ontem foi meu quarto banquete do ano. Cantei junto algumas músicas, fiz carinhos no Fedro (ê criatura fofa).
Houve um batizado de um bebê no meio da peça. Foi uma coisa muito linda, a melhor religião que eu conheço. Eu batizaria meus filhos no Oficina se os houvesse. Não entendi bem quem era quem, acho que tinha um pai de santo, e todos cantando um canto de Xangô, acho, e chorando.
O Pascoal Nascimento (mais conhecido como Dr. Abobrinha do Castelo Ratimbum), que fez várias peças no Oficina, inclusive o Ham-Let, estava lá. E houve homenagem ao Luís, irmão do Zé Celso: todos cantamos uma música cuja letra era projetada nos telões.
O Marcelo Drummond, que estava fazendo um Agatão de ovo virado, resolveu buscar o cachorro dele nos bastidores (acho que é Caxangá o nome) e ficou com ele no pufe quase metade da peça.
No final, enquanto todos cantavam o Oj dodole, o elenco se recostou no fundo do palco e a plateia foi junto! Todos recostadinhos um no colo do outro cantando juntos e batendo palmas por uns dez minutos!
Queimei o dedo no baseado que alguém passou pra gente. Se ficar cicatriz, será uma lembrança feliz.
Nenhum comentário:
Postar um comentário