Duas horas da minha manhã de sábado a discutir com uma pessoa. Melhor dizendo, a ouvi-la falar coisas que eu não fazia a menor questão de ouvir. Orgulho-me por não ter simplesmente engolido o sapo, mas dito também o que queria dizer. Ainda assim, duas horas de audição literal acabam com minhas energias e minha pressão arterial, que deve ter ido a 2-0.
A vantagem é que fica mais forte em mim a convicção de que picuinhas devem ser tratadas como o que são: picuinhas. Não dar atenção, não responder à altura. Responder sem altura, 0 decibéis, só pensamento. Um nada diferente daquele ao qual me exauriu a discussão tola tola. Será que um dia aprendo?
Ephram volta à minha mente. Como torná-lo uma consciência permanente? Ou seria querer demais? Talvez o fato de não ter essa consciência permanente seja decisivo até mesmo para o possível aproveitamento das coisas. Ainda assim, aquela conversa à mesa da lanchonete ocorre de novo e de novo.
A vantagem é que fica mais forte em mim a convicção de que picuinhas devem ser tratadas como o que são: picuinhas. Não dar atenção, não responder à altura. Responder sem altura, 0 decibéis, só pensamento. Um nada diferente daquele ao qual me exauriu a discussão tola tola. Será que um dia aprendo?
Ephram volta à minha mente. Como torná-lo uma consciência permanente? Ou seria querer demais? Talvez o fato de não ter essa consciência permanente seja decisivo até mesmo para o possível aproveitamento das coisas. Ainda assim, aquela conversa à mesa da lanchonete ocorre de novo e de novo.
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