Por duas noites seguidas, sonho com um casamento. Ontem, era meu avô que, sentado à mesa comigo mais um monte de gente, sugeria que eu me casasse. Eu, espantado. A mãe do Tadeu, também presente, ria da minha situação. Eu dizia que talvez ainda não fosse a hora, pois nos conhecíamos há pouco tempo para isso.
Hoje, quando me dei conta, o Manuel tinha tomado o papel do meu avô no sonho e já estava procurando um lugar para meu casamento. Na faculdade ele não tinha conseguido auditório. Segundo ele, por conta de história implicância com a área de poética, disseram que estavam todos ocupados quando na verdade não tinha evento nenhum.
Iríamos então para um prédio novo que só existe no meu sonho, que ficava um pouco depois da FL, numa área pantanosa. Parecia que a construção ainda não estava muito completa.
Depois, acabou que seria em um lugar fora do Fundão. Era um pátio de igreja ou um salão de festas, agora não me lembro bem. Então eu ligava pro Tadeu e o avisava do horário. E perguntava se ele topava, porque eu mesmo estava achando tudo muito apressado. Mas ele topava e dizia que tudo bem, mas ia se atrasar um pouco. Então eu avisava o Manuel do atraso, ligava pras pessoas e encontrava o Lio em um saguão de aeroporto ou praça de alimentação. Ele parecia meio espantado com a simplicidade da minha roupa de noivo, que não era nada mais que minha roupa normal de ir trabalhar.
E a angústia ia crescendo no meu peito, e eu acordando várias vezes e voltando pro mesmo sonho. Lembro agora de balões amarelos espalhados, um rádio usado em uma sacola plástica na mão do Lio (acho que era o presente dele).
Começo a achar que, pela presença do Manuel, esse casamento é na verdade o modo como minha mente resolveu representar minha dissertação. Sério.
Hoje, quando me dei conta, o Manuel tinha tomado o papel do meu avô no sonho e já estava procurando um lugar para meu casamento. Na faculdade ele não tinha conseguido auditório. Segundo ele, por conta de história implicância com a área de poética, disseram que estavam todos ocupados quando na verdade não tinha evento nenhum.
Iríamos então para um prédio novo que só existe no meu sonho, que ficava um pouco depois da FL, numa área pantanosa. Parecia que a construção ainda não estava muito completa.
Depois, acabou que seria em um lugar fora do Fundão. Era um pátio de igreja ou um salão de festas, agora não me lembro bem. Então eu ligava pro Tadeu e o avisava do horário. E perguntava se ele topava, porque eu mesmo estava achando tudo muito apressado. Mas ele topava e dizia que tudo bem, mas ia se atrasar um pouco. Então eu avisava o Manuel do atraso, ligava pras pessoas e encontrava o Lio em um saguão de aeroporto ou praça de alimentação. Ele parecia meio espantado com a simplicidade da minha roupa de noivo, que não era nada mais que minha roupa normal de ir trabalhar.
E a angústia ia crescendo no meu peito, e eu acordando várias vezes e voltando pro mesmo sonho. Lembro agora de balões amarelos espalhados, um rádio usado em uma sacola plástica na mão do Lio (acho que era o presente dele).
Começo a achar que, pela presença do Manuel, esse casamento é na verdade o modo como minha mente resolveu representar minha dissertação. Sério.
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