domingo, 3 de abril de 2011

Não subestimar o valor de uma boa conversa

E daí que eu resolvi fazer o caminho mais longo para ter alguns minutinhos a mais com Tadeu e depois outros com Branco. Nessas horas, por mais que o senso prático chame, uma voz na minha cabeça diz que a vida é curta demais para ser mesquinho com minhas horas de sono.
Claro que compensou. Os minutinhos a mais entre a Barra e o Pechincha fizeram toda a diferença no dia. Depois, até o Grajaú, a gente acabou se desencontrando.
Após uma volta pela Av. Brasil (pois é, parece que ela é caminho entre o Pechincha e a Pça XV), chego em Niterói. No táxi, a motorista me conta a história de sua vida e como foi perder o marido jovem no interior do Mato Grosso do Sul e se virar como caminhoneira para criar oito filhos. Eu até amo o ser humano depois dessas horinhas de papo. E até esqueço do trocador do 269 falando que é um absurdo homem gostar de homem com tanta mulher no mundo.

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