sábado, 30 de abril de 2011

Sometimes I feel like shouting so so loud but I give up the moment I see it won't make any difference.
"acho que vou jantar no peixe urbano hoje."
"mãe, peixe urbano não é um restaurante."
"ah, não?"

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Blank

Em todos os períodos negros do passado, por maior que fosse a
tristeza, eu não me lembro de ter me sentido assim. De acordar, me
perguntar o que o dia tem a me oferecer e concluir: "nada".
Curiosamente, nem sei se posso chamar isso de sentimento. Talvez seja
mais a falta dele e a vontade de ficar hidden under a blanket até que
a vidda volte a parecer interessante novamente.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Quanto mais opções me aparecem, mais seguro me sinto da escolha já feita.
Telefone toca. Minha mãe, vendo vídeos no youtube, me pergunta: "Filho, como é que pausa isso?"
"É só clicar no meio do vídeo, mãe."
"Hein?", diz ela, vasculhando o teclado com os olhos enquanto o telefone toca.
"Clica no meio do vídeo."
Ela estica o dedão e encosta no meio do monitor do laptop.
"Mãe, com o mouse, não com o dedo!"

domingo, 24 de abril de 2011

Ninguém tem ideia

do quanto me alegra saber que minha avó passou o dia sendo carinhosa, atenciosa e abraçando as pessoas da família e que todos passaram o dia felizes juntos. Sem a minha presença, mas é o que menos importa.

sábado, 23 de abril de 2011

Best granny ever


Me sentindo muito do estranho, saí da casa dela do nada às 22 e resolvi que queria dormir em casa. Ela, preocupada:
Oi,
desculpe de ficar te pressionando ;depois do stress que vc tem vivido.
Um abraçào e um beijão te amamos muito. Não vale corrigir os erros
, isto é poesia e vale tudo como e.e. cummings.......
Ya

domingo, 17 de abril de 2011

Mom in hospital

It's her lungs. All again.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

como pode

Depois de quase quatro meses, ainda chorar sozinho, surpreso com tanto amor que sinto por alguém.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Vovó

adora andar comigo até o meu ponto de ônibus quando durmo lá. No caminho, uma menina aleatória ficou olhando pra mim.
- Iiiih, a menina ficou te olhando, hein? Nooossa.
- Hm.
- Você gosta desse tipo de mulé? [sic]
- ...
- Hein? Qual tipo de mulé você gosta?
- Eu gosto é da vovó.
I might be the only person on the face of the earth that knows you're the greatest woman on earth. I might be the only one who appreciates how amazing you are in every single thing that you do, and how you are with Spencer, "Spence," and in every single thought that you have, and how you say what you mean, and how you almost always mean something that's all about being straight and good. I think most people miss that about you, and I watch them, wondering how they can watch you bring their food, and clear their tables and never get that they just met the greatest woman alive.

A real idade

Pegar o ônibus do trabalho para disfarçar, mas descer no shopping para fazer hora até a hora de voltar. How old am I now anyway?

domingo, 3 de abril de 2011

Não subestimar o valor de uma boa conversa

E daí que eu resolvi fazer o caminho mais longo para ter alguns minutinhos a mais com Tadeu e depois outros com Branco. Nessas horas, por mais que o senso prático chame, uma voz na minha cabeça diz que a vida é curta demais para ser mesquinho com minhas horas de sono.
Claro que compensou. Os minutinhos a mais entre a Barra e o Pechincha fizeram toda a diferença no dia. Depois, até o Grajaú, a gente acabou se desencontrando.
Após uma volta pela Av. Brasil (pois é, parece que ela é caminho entre o Pechincha e a Pça XV), chego em Niterói. No táxi, a motorista me conta a história de sua vida e como foi perder o marido jovem no interior do Mato Grosso do Sul e se virar como caminhoneira para criar oito filhos. Eu até amo o ser humano depois dessas horinhas de papo. E até esqueço do trocador do 269 falando que é um absurdo homem gostar de homem com tanta mulher no mundo.

sábado, 2 de abril de 2011

Dreamkeeper

É o que esse blog está se tornando.
Hoje eu ia a uma pastelaria chinesa encomendar armas. Duas espadas e um... uma arma daquelas que é uma corrente com uma bola de metal na ponta, que nem a menininha colegial de Kill Bill tem.
O pasteleiro me explicava que não é assim que funciona. Que é preciso saber usar para comprar, e treinar muito, e aí o mestre te permite ter uma daquelas.

sexta-feira, 1 de abril de 2011