Que bosta, viu? Que bosta de réveillon de merda. Literalmente.
sábado, 31 de dezembro de 2011
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
As mães podem nos preparar para tudo na vida
Mas não nos avisam que o cuidado e o carinho que nos dão só teremos nelas delas.
Então uma amiga liga casualmente e se oferece para ir pra sua casa. E você não consegue segurar o choro.
Então uma amiga liga casualmente e se oferece para ir pra sua casa. E você não consegue segurar o choro.
domingo, 25 de dezembro de 2011
Notas natalescas
Não, não foi o melhor Natal da minha vida. Foi legal, sim, mas com alguns incômodos e algumas coisas que me deram o que pensar.
A vontade de estar com o T, ou de tê-lo ali ao meu lado foi forte. É como se ele já fosse minha família de alguma maneira, mesmo que ele não conviva com o resto dela.
Minha mãe conseguiu brigar com meu irmão. Por motivos óbvios e até previsíveis: ele priorizando os amigos e se atrasando para a ceia, e ela, que, como eu, é "píssica" com compromissos, puta de se atrasar e de ele não ter cumprido com o combinado. É uma aprendizado, talvez para esta vida ainda. Para os dois, e para mim também, dado que sempre concordo com a minha mãe e sou muito espelho dela: a não ser que haja algum imprevisto urgente, compromisso é compromisso acima de tudo.
Pouquíssimos presentes, menos ainda interessantes. Melhor de todos foi o RocknRoll e outras peças, do Stoppard. E uma biografia da V Woolf que minha avó ganhou mas eu roubei.
No amigo oculto, novas regras: não se descreve, mas se responde a perguntas. O tio querido que me tirou:
- Se fosse um número, que número seria seu amigo oculto?
- 171.
- Se fosse uma raça de cachorro?
- Um poodle.
Não fico exatamente chateado com a descrição nem esperava nada muito diferente dele, mas ainda assim é meio triste que seja essa a imagem que alguém que convive comigo desde que nasci faz de mim. 171 é ridículo, porque golpista ética é um troço importantíssimo pra mim, mas é piada. Já o poodle, é claro que tem a ver com sexualidade, e é triste que, de todos as minhas características, o que mais importe para ele seja isso. É aquele pensamento idiota e tão comum quando idiota que rege também a normatividade do hábito de "sair do armário", vestir a camisa e outras coisas que partem do pressuposto de que a sexualidade é o traço fundamental que nos define. Enfim, achei ruim.
Ao menos está chovendo forte.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Encontrando o lugar
Lembro do final de 2009, eu andando na praia com a Dani. Eu comentava com ela como aquele ano começou comigo fazendo retiro espiritual e terminou com Zé Celso, Teatro, cigarros e pai morto e eu muito mais despirocado do que planejava estar. E ela disse que gostava mais de mim despirocado. Depois percebi que também gostava.
2010 seguiu com teatro, e eu achava que ia ser ator. Então houve concurso e eu virei professor de algo que nem planejava ser, e o teatro acabou ficando de lado, e eu planejei -- e fui -- pra Europa. E eu não comecei o ano planejando nada senão ser ator. Até que, no finalzinho do segundo tempo de dezembro, apareceu o amor que eu não queria ter e que o Lio tinha recomendado não achar. E eu não tinha pedido nada disso.
Esse ano o amor seguiu. Eu achava que nunca teria seguido um amor tanto tempo, nem acreditava na minha própria persistência, mas ela houve. Então continuo o post anterior: ele não resolve tudo. Aliás, não resolve quase nada e ainda por cima traz outras questões. E eu não me canso de aprender que é uma confusão, um desafio, uma bagunça, mas é muito melhor com ele.
Agora parece que volto à Cultura e 2012, pelos meus planos, e vai ter estudos, leituras e calmaria. Isso provavelmente significa que a vida vai me sacanear e me contrariar e fazer uma bagunça geral, eu sei. Mas deixa o amor, tá, vida? Deixa mais uns anos.
2010 seguiu com teatro, e eu achava que ia ser ator. Então houve concurso e eu virei professor de algo que nem planejava ser, e o teatro acabou ficando de lado, e eu planejei -- e fui -- pra Europa. E eu não comecei o ano planejando nada senão ser ator. Até que, no finalzinho do segundo tempo de dezembro, apareceu o amor que eu não queria ter e que o Lio tinha recomendado não achar. E eu não tinha pedido nada disso.
Esse ano o amor seguiu. Eu achava que nunca teria seguido um amor tanto tempo, nem acreditava na minha própria persistência, mas ela houve. Então continuo o post anterior: ele não resolve tudo. Aliás, não resolve quase nada e ainda por cima traz outras questões. E eu não me canso de aprender que é uma confusão, um desafio, uma bagunça, mas é muito melhor com ele.
Agora parece que volto à Cultura e 2012, pelos meus planos, e vai ter estudos, leituras e calmaria. Isso provavelmente significa que a vida vai me sacanear e me contrariar e fazer uma bagunça geral, eu sei. Mas deixa o amor, tá, vida? Deixa mais uns anos.
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