segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Migração

Amigos e leitores diversos, estarei durante o próximo mês enviando notícias a partir de europeísmos.

domingo, 26 de dezembro de 2010

"terrível"

Ou DDA. Deve ser isso que tem que ser para viver com saúde nos dias de hoje.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Estou muito apaixonado



E duvido que passe.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

EU QUERO MUITO

defender toda aquela corrupção.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Semana de Natal no meu bairro sou eu, são as ruas, é a lama. A luz vaga de os postes e prédios sonâmbulos.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Eu não conhecia Alaíde Costa

Caí sem querer nisso aí. Digo, procurando essa música.

Fiquei fascinado com a voz dela. Fui ver outras coisas, achei uma decepção. Mas isso aí está digno de guardar.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Paixão

Não tomar o primeiro gole.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Às vezes eu me olho no espelho e me acho muito monotemático. Mas olho ao meu redor e acho também todo mundo monotemático, só que com temas menos interessantes que os meus. Então não me critiquem, por favor.

domingo, 12 de dezembro de 2010

You can't handle love

A frase é da Björk. Eu costumava cantá-la em momentos de raiva, como reclamação a respeito dos outros. Hoje estou achando que é algo universal mesmo. O amor é maior que nossas mãos; não é possível manuseá-lo.
É como a sensação que tinha em sonhos quando criança, e às vezes tenho acordado ainda hoje: de coisas que incham. O meu palato parece que cresce e fica grande demais para a minha boca. Se mexer a língua ou o maxilar, a sensação passa, mas é só ficar parado que ela se mantém. Acontece também com outras partes do corpo ou ainda com objetos com os quais esteja mantendo contato cutâneo: um lápis, uma caneta, um livro, uma cama... E nesses casos vale o mesmo: é só me mexer e a enormidade passa. Mas é ao mesmo tempo gostoso ter algo que, pequeno, é maior que si mesmo e está para além do tamanho das minhas mãos, para além do meu controle, mesmo que seja tão difícil e dê tanta vontade de sacudir o corpo - como um cachorro molhado se livrando da água - e voltar à minha vida tranquila e garantida.