quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Dulcynelândia!

Ando com uns cumichões terríveis.


Descobri um movimento de arte, de retomar O Teatro Dulcina Regina Rainha ali na Cinelândia.
Semelhante ao Bixigão do Oficina do Zé Celso, em São Paulo, é mais um movimento de retomar os espaços públicos, tirar a arte do shopping e devolver ao público em geral.
Apóio (esse acento a reforma comeu? Apoio?)
A proposta Dulcynelândica
Os chutes
O manifesto!

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Finzinho da noite

Eu escrevendo o último de meus trabalhos do semestre passado, passo no quarto da minha mãe. Pretendo ficar poucos minutos, mas a conversa se estende, falamos de planos, carreiras, personalidades, sonhos, e por fim conto para ela do e-mail que mandei à minha madrasta ontem, com quem não fala há muito tempo e de quem ando distante, dando-lhe crédito e o carinho devidos pela importância que ela tem na minha vida.
Minha mãe, muito orgulhosa, me faz voltar ao quarto para me dizer as seguintes palavras:
Meu filho, você vai ser sacaneado na vida, as pessoas vão te usar e vão te decepcionar, mas você não mude por isso. Nunca deixe de ser você, porque você é uma pessoa muito legal e muito boa, viu? Nunca deixe de ser você.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Deus é injusto


Eu achava que era só uma questão pessoal comiiigo, mais fodido que o resto da humanidade. Mas hoje descobri que não. O fato de o violoncelo ter um DÓ (corda mais grave, solta, sem dedo nenhum) lindo assim é algo que deveria fazer os outros instrumentos entrarem em greve, revoltados.
Em especial, os dós dos instantes a seguir. Fica mais bonito quanto mais perto do fim. O meu preferido é o 1.37, acho.
0.40 1.26 1.37 1.41 4.39

Só para avisar, eu tenho tocado isso. Em breve um vídeo tosco aqui no blog.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Adoro isso


Banda Ritual

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Tempos de desconfiança

Ando suspeitando de sinceridades e boas vontades em geral. Tudo bem que eu sou arisco assim quase sempre, mas tem períodos mais fortes.
Fui no personare ver se ele tinha me avisado (o sentimento cético invadindo tudo). E ele me dá duas previsões meio incompatíveis.

É bom divulgar

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

E-mail recém-recebido

Oi, Pun,


Só para sua informação. Sabe o artigo sobre Funesto Pafuncini que você traduziu para Armando?
Pois é, fomos ao congresso de pimponeta em Matagal e, não sei se soube, somente seis comunicações no mundo todo são aceitas. Estas seis vão para um concurso de pesquisa. Armando venceu em primeiro lugar!
Seu artigo será publicado na revista internacional The Pimponet. É o primeiro sul-iramecano a vencer esse concurso e está repercutindo no meio acadêmico-sumical. Abaixo, links sobre o feito.

Obrigada pela ajuda,

Marinete

terça-feira, 1 de setembro de 2009


Há alguns meses venho pensando em um tema. Ele volta sempre, penso em escrever algo, mas não escrevo. O sumiço do gemeio hoje me fez receber emeios antigos pelo outlook (ainda estão chegando há horas, desde 2005). Achei, lendo alguns at random, isso aí. É pretty much o que eu gostaria de escrever, mas bem colocado. Copio sem citar a autora; I hope you don't mind.
i've never been able to find a place in the lesbian community for me. i know i shouldn't look for it, but i feel as though i had to have a lesbian identity. not like wonderwoman, tho. and i know people don't look for straight identities... so... i was just wandering... i don't even know what.

O medo de amar é o medo de ser livre


O medo de amar é o medo de ser
Livre para o que der e vier
Livre para sempre estar
Onde o justo estiver

O medo de amar é o medo de ser
De a todo momento escolher
Com acerto e decisão
A melhor direção

O sol levantou mais cedo e quis
Em nossa casa fechada entrar
Pra ficar

O medo de amar é não arriscar
Esperando que façam por nós
O que é nosso dever
Recusar o poder

O sol levantou mais cedo e cegou
O medo nos olhos de quem foi ver
Tanta luz

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